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Terça-feira - 9 Junho 2026
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A Estrelinha Mensageira – Viagem para Belém

Destaques

Coroa de Advento – 1. Vela da Fé

História e Simbolismo da Coroa de Advento

A Magia da Misteriosa Biblioteca não terminou. Mas sim oferece o Princípio para a Iluminação da Coroa de Advento, que dá Início à Viagem para Belém. Quando chegar a Solene Noite de Natal um Segredo de um dos “Quadros” da Enigmática Biblioteca será como Conto de Natal oferecido.

Não se realiza literalmente uma Viagem de País para País ou Cidade para Cidade. É uma Viagem no Mundo de Natal com seus Contos, suas Canções e Tradições e todas as Facetas Natalícias que encantam. Porém – o Caminho para Belém também encontra Espinhos e não somente Rosas. Solidão e Tristeza, Desespero e Deceção não pertencem aos luminosos Dias, mas infelizmente à Vida. Advento é uma Época de caminhar, mesmo quando os Tempos se apresentam difíceis. Mais importante é não desistir e procurar alumiar o Caminho. Por vezes uma Boa Palavra, uma inesperada Mensagem a desejar “Boas Festas!”, um Convite contra a Solidão, uma Ajuda quando se vê outrem quase em Desespero perante infinito Trabalho etc. representam um Gesto de Solidariedade, de Atenção e Compreensão, porque possibilitam fazer a Diferença na Vida, de quem recebe um pouco de Consideração. Para a própria Pessoa talvez uma Ação tão Natural, que nem realiza o Valor para Outrem. Acontece que no fim do Dia muitas Luzinhas acendidas conseguem transformar os Espinhos em Rosas. Quando na Escuridão da Noite de Frio e Gelo se acende a Primeira Vela, acendemos também a Magia, que nem sempre o Mal vence o Bem. É a Fé que nos faz segurar a Esperança para a Coragem decidir remover os Obstáculos da Estrada da Vida. Às vezes precisamos de Auxílio. Solicitar não é Sinal de Fraqueza, mas sim de Confiança na Certeza, que a Solidão não é o Coração da Humanidade. O Ser do Mundo, mesmo quando na Hora do Desespero se enfrenta o Desafio entre Desistência e Continuação, é o Bater do Coração da Vida: Esperança, Paz, Alegria e Amor. Um entre vários Significados das Quatro Velas. O Simbolismo deixa Espaço para cada Ser Humano encontrar a sua Beleza de Natal com todas as suas Facetas Natalícias. Não deixar a Frieza das Dificuldades e Preocupações ocupar todo o Espaço da Mente, Alma e Coração. Não se chega muito longe. No entanto – com Firmeza e um pouco de Audácia em Aliança com o Espírito de Natal, o Nevoeiro das Incertezas e Dificuldades se dissolve, a fim dos Objetivos deslizarem do Mundo da Fantasia para a Realidade.

Conta a lenda, que tudo começou, quando, no Princípio do Tempo da Industrialização, em 1839 na Alemanha em Hamburgo um Pastor Luterano, Johann Hinrich Wichern (1808 – 1881), que se dedicava ao Trabalho Missionário, “Rauhes Haus” (Escola Missionária), pretendeu transformar o Tempo de Espera até à Noite de Natal em uma Caminhada de Luz muito Especial: Oferecer Alegria às Crianças que constantemente perguntavam, quando é que o Natal chegava. Transformou um Anel de uma Antiga

Roda (Madeira) de Carroça em Coroa, ao enfeitar com Quatro Velas Brancas e as restantes Encarnadas. Todos os dias acendiam uma Vela Vermelha e ao Domingo uma Branca. Ato Luzente e Crente que oferecia a Magia, do Tempo até ao Natal “passar a voar”. Assim nasceu a Coroa de Advento. A Ideia foi tão excecional e bem recebida, que deu a Volta ao Mundo. Coroa e Calendário de Advento conquistaram os Corações não somente da Infância, como também de quem apresenta uns Aninhos a mais.

Advento e Natal iluminam o Mundo – está na Mente de cada um de Nós de transformar a Época da Luz no melhor Tempo do Ano e levar a descrita Luminosidade ao longo dos Meses até à próxima Festa de Advento e Natal.

A Estrelinha Mensageira –

Coroa de Advento

A Primeira Vela acendi –

Suave Voz ouvi.

Procurei a Autoria –

Porém – Ninguém via.

“Na Terra não estou.

Mas no Céu uma Estrelinha sou.”

Fui até à Janela –

E procurei com cautela.

“Por favor – Deixa-me entrar.

para uma História contar.

Foi uma longa Viagem.

Precisei um pouco de Coragem.

A Neve a cair

e o Frio a sentir.”

Uma pequena Estrelinha –

Como a Neve Branquinha.

Convidei para entrar –

Perto da Lareira se sentar.

“Sou um Estrela de Natal.

Como o Espírito Natalício bem real.

Em Belém estive presente.

Como Mensageira sou luzente.

Do Passado contar –

Com a História alegrar.

Como tudo começou –

Belém um belo Legado deixou:

Coroa de Advento.

Historiar – meu Talento.”

Curiosa para mim olhou.

Meu acenar aguardou.

Uma Viagem Natalícia começou –

Até a Hamburgo me levou.

Da Origem da Coroa contou.

Por fim a Primeira Vela contemplou.

Quase cantando um Poema recitou:

“O Advento chegou.

O Tempo da Luz começou.

Coroa de Advento.

A Primeira Vela se ilumina.

Advento é Luz Divina.

A Mensagem é Verdade.

Brilha do Campo à Cidade.

A Vela a brilhar.

Advento começa a rezar:

“Que Deus a Vida guarde.

SEU “Manto de Fé” nos resguarde.

A Segunda Vela anuncia.

Anjo de Natal pronuncia:

“A Fé o Bem guardará

para a Eternidade salvará.”

A Vela quer dizer:

“A Vida é para se viver.”

A Terceira Vela deseja,

que o Céu o Caminho proteja.

A Paz à Vida oferece –

com a Bênção da Prece.

A Vela é a Esperança.

Que a Fé oferece com Confiança.

A Quarta Vela abençoa

a Esperança da luminosa Coroa.

Ao mundo Deus ofereceu:

Jesus em Belém nasceu.

Ó Vela ouve nossa Prece.

E com Luz o Presépio oferece.

Quatro Velas a rezar.

Para o Mundo com Coragem acreditar.

“A Vida iluminada com Luz Celestial.

Na Escuridão o Bem do Divino Roseiral.”

O Poder da Luz das Velas

brilha como Milagrosas Estrelas.

Auréola da Sagrada Magia

na Vida escreve real Poesia.

Para Belém caminhar.

A Esperança a rezar:

“Bons Tempos sejam oferecidos

Para melhores Dias vividos.””

Quando a última Palavra pronunciou.

Seu Brilho a Coroa iluminou:

“É tarde e a Hora da Partida chegou.

Minha Viagem ainda não terminou.

Enquanto a Fé no Presépio acreditar –

O Espírito de Natal –

O Mundo consegue iluminar.”

Para a Janela voou –

Um Bom Natal desejou.

Com Alegria –

Sua Visita agradeci.

Um Pacotinho –

Com Doces de Natal ofereci.

“Sou uma Luzinha de Natal –

Apesar de ser Astral.

Não somente o Espírito se precisa de alimentar.

Com as outras Estrelinhas vou partilhar.”

Na escuridão desapareceu.

Brilhante no Céu apareceu.

Jamais a Estrelinha voltou.

Porém –

Para sempre a Recordação ficou.

Fim

Para continuar ……

Isalita Pereira

Secreta Poeta

Autoria da Fotografia A. Carvalho

Isalita Pereira
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