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Terça-feira - 9 Junho 2026
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As cascatas de Várzeas, no rio Arado

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O dia estava quente e quando chegámos às Cascatas de Várzeas, parecia que estávamos num pequeno paraíso. As cascatas multiplicavam-se, corriam rio abaixo, e por entre as pedras havia pequenas piscinas naturais onde nos deleitamos com a água translucida.

Fomos um pouco às escuras, a internet tinha-nos previamente informado que havia a Cascata de Várzeas, na Peneda-Gerês. Mas uma coisa é ver em fotografia outra é presenciar e aproveitar o sol, e ouvir as múltiplas cascatas pelo rio correm ao seu ritmo.

Houve quem se tivesse preparado melhor: toalhas, protetores, livros e água. Nós fomos um pouco ao sabor da aventura.

As rochas eram branquinhas, mas um pouco escorregadias e tínhamos que desce-las com muito cuidado. Podíamos sentar-nos ou deitar-nos nelas, só se ouvia o cantarolar dos pássaros, e duas dúzias de pessoas que ali estavam deitados, uns a ler, outros simplesmente a apanhar banhos de sol.

Tirámos fotografias para mais tarde recordar. Mais de uma dezena, mas selecionamos apenas cinco.

Conversamos um pouco com um pai e filho que teria oito anos, ou dez anos, não sabemos ao certo. As placas indicam perigo de Morte! Alertamos ambos, mas o pai, seguro de si e da sua cria, não fizeram muita atenção à nossa advertência, e foram estrada a baixo até às cascatas. Se as desceram não sabemos, pois estávamos prontos para seguir viagem, e ainda levava pelo menos uma hora e meia de estrada.

Saímos das cascatas completamente descontraídos e relaxados. Uma tarde bem passada. É para repetir, mas da próxima vez mais apetrechados.

Redação
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