Poesia –
Com Rimas e o modular da Voz é cantar.
Como o Eco na Catedral e entoar.
Poesia
É a Composição de Palavras a contar.
Como Passarinhos livres a voar.
Fechada –
Em Livros Segredos a guardar.
Ler –
Enigmas do Universo a revelar.
Como Chocolate amargo solicita pensar.
Quando é Doce requer encantar.
Quando o Poético Trevo chegou a Portalegre dirigiu-se para o Museu José Régio,
Escritor, Poeta e Colecionador de Arte Popular e Sacra. Assistimos a uma Entrevista.
No Fim do interessante Diálogo convenci as Abstratas Companheiras a passear até ao antigo Convento de Santa Clara. Porquê? Pensei que seria um excecional Passeio para conhecer a Biblioteca Municipal. Creio, que não é necessário mencionar que as Três Folhas do Trevo compreenderam, que adoro Livrarias e Bibliotecas. É como entrar para um Mundo, onde por intermédio da Fantasia, se consegue viajar para toda a História Universal. Sem demora a História pegou na Palavra, enquanto a Arte e a Poesia trocaram olhares, como se pretendessem dizer, que consoante o presente Ritmo da Viagem, seria muito difícil cumprir as delineadas Metas. Pensativa refleti sobre as Metas
Realmente ainda não conhecia, qual a razão do Sonho-Viagem, para além de ser a Escriturária. Porém – para minha Surpresa, também não decidiram revelar. Somente perguntaram, se me podiam convidar para uma Doce Ceia com Doces Conventuais e Tradicionais. Compreendi, que a denominação “Convento de Santa Clara” estava a escrever uma “Gulosa Poesia”: Uma Composição que resultava da Conjunção entre Saber do Espírito e Encanto de Doces. Por conseguinte seria uma Viagem com “Comer” para a Memória, mas também para o Prazer do Sabor, que pretendia dissolver a Fominha com Delícias. Saber e Sabor – o Humor, que descreve o facto como duas Letras escrevem diferentes Histórias.
Com “Alegres Bailarinas” decidimos conhecer a Biblioteca e saborear os Doces, antes de continuar com a Viagem na direção de Vila Viçosa – Terra de Florbela Espanca.
Para continuar ….
Isalita Pereira
EXCLUSIVO ESPECIAL CULTURA:
“O pensamento não tem amarras e ai de quem o encarcerar!”
de Lígia Mourão




