Teve lugar na Fundação Oriente, em Lisboa, no dia 9 de setembro o 60º aniversário da AICP, onde se prestou homenagens sentidas ao seu fundador, Adriano Moreira, que nos deixou no ano de 2022. “Um homem do seu tempo, à frente do tempo”. A AICP, na qualidade da sua Presidente, Maria Regina Mongiardim, enfatizou esta efeméride com a relevância do softpower, e abertura a entidades nacionais e estrangeiras. O painel foi composto pelo Secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, o Presidente da Fundação Oriente, Carlos Mongiardino, e a Presidente da AICP.

O Jornal Comunidades Lusófonas esteve presente na sessão que teve o seu início às 17 horas no dia 9 de setembro, na Fundação do Oriente. Na sala estavam presentes os galardoados e amigos da AICP, de realçar Padre Vítor Melícias, entre outros.
Maria Regina Mongiardim, ressaltou a importância da AICP, na difusão da cultura portuguesa entre portas e pela Diáspora.

A importância da CPLP no contexto internacional, e as preocupações com quadros académicos deficitários, onde a presença dos jovens é fundamental, bem como a dinâmica e prossecução dos seus objetivos.
Realçou também os prémios das artes da cultura, bem como a criação de embaixadores através dos expatriados ou emigrantes que vivem e levam a cultura portuguesa além fronteiras. As novas tecnologias não foram esquecidas, e revelou a importância de uma plataforma digital.
Teve também lugar uma surpresa ao Presidente da Fundação do Oriente, com um quadro com uma pintura do atual Presidente da Fundação, onde já figura na parede da Fundação para a posteridade.

O Secretário de Estado da Cultura, também deixou uma mensagem de agradecimentos à Presidente da AICP, Maria Regina Mongiardim, pelo convite.
Falou sobre o 60º aniversário da Academia e do seu fundador, Adriano Moreira, referindo a extrema importância do mesmo quando ainda figurava a política repressiva de Salazar, durante o Estado Novo.
Também destacou a importância da cultura portuguesa como um bem maior do nosso país e fora dele. Referenciou o valor da língua de Camões, onde é falada por mais de 300 milhões de pessoas a nível mundial, e relembrou a presença na ONU NEWS nas Nações Unidas em português.
Também relembrou a figura de Camões na história e cultura de Portugal, passado e presente.
Realçou também a relevância do reforço do ensino da língua portuguesa aos nossos emigrantes espalhados pelos quatro cantos do mundo. Sessenta anos volvidos, “a diáspora está viva, e é um ponto de encontro de culturas, reafirmando a sua vitalidade.” Terminou o Secretário de Estado da Cultura, com uma frase de Caetano Veloso.
A sessão continuo com palavras de homenagens dos galardoados a Adriano Moreira, e a sua importância na vida e cultura portuguesa.




