Manto de D. Amélia de Orleans na exposição “Vestida de branco”( Museu do Santuário de Fátima. Cetim de seda com aplicação de fio laminado, missangas, pedraria, rendas e plumas; veludo (forro). Fotografia: Arquivo do Santuário de Fátima
A Fundação Casa de Bragança celebra os 160 anos do nascimento de D. Amélia com uma vasta exposição do seu valioso espólio. O evento decorrerá no próximo dia 20 de Setembro, pelas 16h00, divulgando para o grande público objetos pessoais e documentos materiais que evocam a sua biografia.

Rainha D. Amélia, figura da Monarquia e da Filantropia social, foi esposa do rei D. Carlos, desempenhou um papel de grande relevo na Monarquia portuguesa. De origem francesa, a rainha teve um papel muito destacado a nível da filantropia social, apoiando a fundação de Instituições de cariz social como o Instituto de Socorros a Náufragos, do Museu dos Coches, do Instituto Pasteur de Portugal e da Assistência Nacional aos tuberculosos.

Um Espólio rico e variado
A Exposição que será organizada no próximo dia 20 de Setembro pelas 16h00, reflete essa diversidade. Entre as peças em exibição, com destacam-se o manto real oferecido pela Rainha ao Santuário de Fátima e uma cadeira de braços com as armas reais, imortalizada num conhecido retrato oficial de D. Amélia.
Dimensão humana da Rainha em destaque
Esta exposição também será uma oportunidade para conhecer melhor a dimensão pessoal de D. Amélia. O público poderá ver objetos de devoção usados pela Rainha, imagens com dedicatórias pessoais, madeixas de cabelos da própria e dos seus filhos D. Luís Filipe e D. Manuel quando eram crianças ou o primeiro dente do Príncipe D. Luís Filipe, guardado numa caixa onde se lê “Première / dent du / Petit Louis / Août 1893”.
Uma Rainha com múltiplas dimensões
A rainha Dona Amélia era uma figura com múltiplas dimensões: mulher, mãe, artista, filantropa e mecenas, e desempenhou um papel central na cultura e na vida intelectual do país. Esta exposição estará patente entre 20 de Setembro de 2025 e 30 de Agosto de 2026, no Paço Ducal de Vila Viçosa, e mostra a importância da Rainha na vida portuguesa.
No total, cerca de uma centena de peças — algumas trazidas a público pela primeira vez — permitem redescobrir D. Amélia enquanto mãe, mulher, artista, filantropa e mecenas, sublinhando o seu papel central na cultura e na vida intelectual do país. A exposição decorre de um trabalho de estudo e preservação do acervo do Museu-Biblioteca da Casa de Bragança e estará patente entre 20 de setembro de 2025 e 30 de agosto de 2026 no Paço Ducal de Vila Viçosa.




