Teve lugar o evento que foi o epicentro de reflexão – de 12 a 14 de fevereiro – sobre áreas cruciais para o nosso bem-estar. Estudo aponta a área de Defesa Nacional como uma oportunidade para as empresas portuguesas, na sequência do investimento previsto de 2% do PIB nesta área até 2030.

Um trabalho do Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia identifica uma série de oportunidades para as empresas portuguesas no âmbito da política pública de reforço das verbas dedicadas ao setor da defesa, que terão de atingir 2% do Produto Interno Bruto em 2030.
Defesa, Segurança e Proteção Civil são as áreas que, durante os três dias, de 12 a 14 de fevereiro, reuniram empresas, entidades públicas, forças de segurança, proteção civil e comunidade científica para cruzar conhecimento, apresentaram soluções – em tecnologia e serviços – e debater os grandes desafios da atualidade.
O referido estudo caracterizou o Ecossistema Industrial Aeroespacial e Defesa em Portugal, sugerindo que seja impulsionado “um ciclo de investimentos estruturantes a partir de uma abordagem integrada da Defesa, da Inovação e Tecnologia e da Economia, aproveitando os fundos financeiros disponíveis”, bem como “estimular a criação de start-ups nesta área, tendo em conta a aposta que o Estado Português está a fazer na manutenção e recuperação dos seus equipamentos, associada à digitalização e Indústria 5.0”.

Para lá da área expositiva, onde marcarão presença players das forças armadas e de segurança, organismos públicos, empresas tecnológicas, especialistas em prevenção e combate a incêndios, unidades de salvamento e socorro, bem como universidades e centros de investigação, a Inforce Summit é um dos destaques da programação paralela. Na iniciativa, que terá como keynote speaker o professor, comentador e analista Nuno Rogeiro, estará um espaço de reflexão sobre os grandes desafios que se colocam à defesa, segurança e proteção civil.
Temas como o impacto crescente das alterações climáticas ou um ambiente geopolítico tenso tornam essencial reforçar a cooperação entre todas as entidades envolvidas na prevenção, resposta e gestão de crises. A segurança rodoviária e as estratégias para reduzir a sinistralidade em Portugal, assuntos que constituem desígnios nacionais, também serão temas em destaque num open space que reunirá especialistas nacionais na matéria.




