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Terça-feira - 13 Janeiro 2026

Nova coleção sardinha by Bordallo Pinheiro são onze novas sardinhas que se juntam ao cardume

Destaques

Uma sardinha no carrossel não é natural? É, se for na Bordallo Pinheiro. A Feirinha Popular, mote que a marca criou para celebrar os novos elementos do cardume da coleção Sardinha by Bordallo Pinheiro, leva-nos a um mundo de cor e encanto.

Em 2025, chegam 11 novas Sardinhas com sotaque popular, vestidas a rigor e com muita alma — feitas por artistas que são como as farturas: impossíveis de resistir! Herman José, Bárbara Guimarães, Ricardo Carriço entre outros, não resistiram ao convite da Bordallo Pinheiro e deram um tiro certeiro no alvo da criatividade. Sardinhas de todas as cores, temas e até algu mas provocações que são uma montanha-russa de alegria. Conheça a história de cada uma:

LAMBONA — BÁRBARA GUIMARÃES No mar reina brilhante e franzina, prateada e bela, saborosa sardinha. Na brasa torna a bri lhar, o cheiro convida, com gosto bem português, alegra-nos a vida. Temperada na hora, no pão quentinha, deliciosa. Lambona seduz, de forma poderosa. Crocant e por fora, por dentro incrível. É simplesmente única, irresistível.

SMILE — HERMAN JOSÉ Foi o poeta Guerra Junqueiro que escreveu um dia: “O sorriso que ofereces, a ti voltará outra vez.” Esta Sardinha oferece um concentrado de sorrisos, pontuados a vermelho, cor a que são atribuídas a paixão, a energia, a excitação. Considerem-na uma espécie de ex-libris daquilo que dá tempero à vida e que temos a alegria de compartilhar pela mão artística e tão inspi radora da Bordallo Pinheiro.

SARDINHA DA SORTE — RICARDO CARRIÇO Num mar de esperança, onde os sonhos navegam entre trevos de quatro folhas, números mágicos e símbolos de proteção, nasceu a Sardinha da Sorte. Ela celebra a energia positiva que une os portugueses: a fé no futuro, o amor que partilhamos, a esperança que nos move e a sorte que invocamos com um sorriso. Esta Sardinha é um convite à alegria, à união e à crença de que, com amor e fé, tudo é possível.

ROBOT — HIROSHI THIAGO HOMMA Uma sardinha em forma de robô para refletir sobre a fusão entre o natural e o artificial. Numa era em que a inteligência artificial e a robótica ganham espaço, ela simboliza os im pactos dessas tecnologias na sociedade. A sardinha encarada como máquina questiona a nossa própria existência, os limites entre o biológico e o sintético e o papel da humanidade nesse cenário. Afinal, a tecnologia redefine não os objetos, mas também a nossa perceção do mundo e de nós mesmos.

MERMAID — JESSICA ANTONINI As sereias são criaturas mitológicas que sempre representaram uma fonte de fascínio e inspi ração criativa, tanto pela sua fisicalidade e mística, como pela sua profundidade emocional, como os abismos que habitam. Aqui encontramos a nossa sereia enroscada e enrolada numa rocha, talvez à espera de vislumbrar algum navio que passe ou o regresso do seu amado, ou simplesmente para poder sonhar e fantasiar com aquela terra e aquele céu que para ela parecem tão distantes e inalcançáveis.

TIN TOY — JOÃO PEDRO LAM A Sardinha também foi companheira de brincadeiras dos nossos avós. Esta “ferrugenta” foi convertida num brinquedo de lata. Muito populares durante os anos 50/60, estes brinquedos “tin toy” eram oriundos principalmente do Oriente (Japão e Hong Kong). Porque não um “tin toy” de festas passadas, “made in Portugal”? — JOSÉ CARLOS FERREIRA Chegam as Andorinhas anunciando a primavera e antecipando o verão. Com elas despontam os girassóis, garridos e imponentes, sobre os quais, num voo despreocupado mas organizado, as andorinhas navegam o vento e se regozijam com os raios de sol. Agora que imaginou esta cena na sua cabeça, leva-a para casa na cerâmica reluzente de uma Sardinha by Bordallo Pinheiro.

SONHO BORDALLIANO — MANUEL BANDEIRA DUARTE Esta sardinha mergulhou no sonho de Bordallo e, até hoje, continua a navegar por caminhos ainda desconhecidos. Constituída por ilustrações dispostas cronologicamente, esta Sardinha enaltece o princípio do seu caminho, em 1884, com a marca “FF” e com referências históricas, como as primeiras instalações fabris e o respetivo título da fundação, nadando com destino a pontos cruciais, como a Exposition Universelle de Paris ou a emblemática Jarra Beetho ven. No seu sonho, atravessa personagens e coleções que, atualmente, ainda fazem parte da iconografia portuguesa.

ESTRADA PARA O MUNDO — MARIA DO ROSÁRIO MOTA CALADO Num projeto a quatro mãos, entre mãe e filha, a Sardinha Estrada para o Mundo evoca a ou sadia e curiosidade dos marinheiros portugueses que partiram à descoberta nos seus barcos frágeis, face à imensidão do mar e do desconhecido. O mar transformou-se assim na estrada que levou Portugal a todo o mundo, levando e trazendo mensagens de novos povos, terras e culturas. Uma Sardinha que presta homenagem à epopeia dos Descobrimentos.

SARDINHANDO — VANDA OLIVEIRA O mais simples gesto de afeto, como dar as mãos, contém em si um mundo de emoções, de intenções, de códigos relacionais e sociais. Ou seja, está longe de ser um gesto simples. Esta imagem representa por isso a expressão dessa manifestação de união, amor e dedicação, que, num mundo de egoísmo e violência, adquire cada vez mais um valor simbólico de resistência. Numa peça que todos reconhecem e que é, também ela, sinónimo de conforto e familiaridade.

TIGRE — VANDA OLIVEIRA Esta Sardinha tomou forma na sua disputa da graciosidade com um camarão, permitindo abordar ambos num real ‘dois-em-um’ e cujo resultado é uma deliciosa fusão, imponente e bem colorida. A coleção completa é composta por 100 exemplares cheios de cor e humor num convite à celebração da cultura, do talento e da portugalidade. Disponíveis nas lojas Bordallo Pinheiro, Vista Alegre e na Loja Online Bordallo Pinheiro, ao preço popular de 19,99€ cada, ou duas por 39€ — que é como quem diz: leve duas, leve arte! No universo da Bordallo não há lugar para má disposição: só há lugar para a renovação criativa, o amor à tradição e a gargalhada solta. Este ano, venha à nossa Feirinha: traga boa disposição e descubra qual Sardinha vai conquistar o seu coração! Sardinha by Bordallo Pinheiro 2025 — Uma festa que cabe numa prateleira (ou num arraial!)

Jornal Comunidades Lusófonas
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