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Sexta-feira - 1 Março 2024

Plano Nacional de Energia e Clima 2030 revisto pela primeira vez

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O Ministério do Ambiente e Ação Climática publicou a semana passada o documento com objetivos até 2045. “Um país mais verde mais cedo”, é o lema para o uso das energias renováveis atempadamente, um país mais limpo e energeticamente mais eficiente.

Portugal antecipou em quatro anos a meta de incorporação de energias renováveis na produção de eletricidade. Assim, “já a partir de 2026, 80% da energia produzida em território nacional será de origem renovável, uma meta que antes estava fixada para 2030”. País prepara-se para atingir a neutralidade climática em 2045.

Estas são algumas das principais conclusões incluídas na primeira versão da revisão do Plano Nacional de Energia e Clima 2030 (PNEC 2030), publicada a semana passada pelo Ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC). “O documento resulta de um processo participado de auscultação e envolvimento dos diferentes atores, incluindo uma consulta pública prévia no Portal Participa, um workshop setorial e um périplo regional de Assembleias Participativas”. Os trabalhos vão continuar nos próximos meses, sendo que a data-limite para submeter uma versão final à Comissão Europeia é o dia 30 de junho de 2024.

Neutralidade climática em 2045

O nível de ambição do PNEC 2030 está alinhado com o objetivo de longo prazo de se atingir a neutralidade climática, encontrando-se em estudo a antecipação desta meta para 2045, tal como anunciado na Lei de Bases do Clima.

A aposta no reforço das energias renováveis será muito significativa, promovendo-se a eletrificação e a diversificação de fontes de energia, incluindo a produção e o consumo de gases renováveis, como o hidrogénio verde e o biometano.

Na presente década, e até 2030, pretendemos duplicar a capacidade instalada de produção de eletricidade a partir de fontes renováveis, acelerando a descarbonização e dando resposta às necessidades dos novos investimentos industriais previstos para o nosso país, criadores de emprego verde e de valor acrescentado nacional.

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