Caneta Pena à Luz da Vela
Pequena Vela a brilhar.
O Mundo quer iluminar.
Convida Caneta Pena a escrever.
A Beleza da Prosa à Poesia não esquecer.
Papel Branco – fino como Cetim.
Caneta que diz: “Sim!”
Pensamentos –
“Cérebro ouve nosso latejar!
Com Caneta para o Mundo viajar!”
Caneta transforma o Pensar.
Papel consegue guardar.
Tinta a saltitar.
Porque –
Com Letras quer voar.
Palavras que se encontram.
Frases que se formam.
Começo a escrever –
Para não esquecer.
O que a Memória quer dar –
Para um Dia recordar.
No Papel hei-de ler:
O que outrora foi o Ser.
Não vale a pena implorar.
A Caneta não consegue desvendar.
O Futuro no Papel não se revela.
Só do Passado e Presente é Sentinela.
Caneta com Tinta dançou.
Escreveu o que a Memória contou.
Pequenina Chama a brilhar.
Silenciosa da Poesia e Prosa contar.
A Tinta revela Contos e Poemas.
Que desvendam modestas Histórias.
Olhar para o Mundo.
Com Pensar profundo.
Da Tristeza à Alegria –
Prosa e Poesia –
A Vida do Mundo a escrever.
Uma Luz acender.
Que ler traga conforto.
E chegue sempre a “Bom Porto”.
FIM
Isalita Pereira



